<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6938090094380814610</id><updated>2012-02-16T01:06:00.643-08:00</updated><category term='#1'/><title type='text'>Fornicatessen</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fornicatessen.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fornicatessen.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6938090094380814610.post-1162257882699731583</id><published>2008-06-12T07:11:00.000-07:00</published><updated>2008-06-12T07:12:00.249-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#1'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a mão no meu pescoço puxas-me para ti e beijas-me. E eu beijo-te de volta, dando a minha língua ao abraço que a tua lhe quer dar, percorrendo-a, sentindo-a. Os lábios unem-se, selando-se. Movem-se ao mesmo ritmo das mãos que, nos sexos, marcam o compasso da foda que damos com os dedos e com a palma da mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fora da blusa desço a minha mão pelas tuas costas, num gesto só, que começa entre as omoplatas e que as desce, até encontrar calças desabotoadas, deliciosamente afastadas da cintura. Desço e passo a sentir a tua pele, macia, ali ainda mais macia, mais suave, coisa que, até há pouco me pareceria se não impossível, muito pouco provável. Sinto o início do teu rego, aquela fenda tentadora, deliciosa. Desço por ele os dedos e, um pouco mais abaixo, sinto as cuecas. Continuo com a mão por baixo delas, sentindo o teu rego e o calor que cresce à medida que me aproximo do buraco, sedento, aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afasto os dedos, coloco a mão em concha e encho-a de ti, com as tuas nádegas. Com ela aberta, abarco-te e, numa força ascendente, ergo-te um pouco. Tu ajudas, colocado-te nas pontas dos pés. Sabes que assim, erguendo-te desta forma, as nádegas esticarão e, com elas, as coxas, deixando mais desimpedido o espaço que a minha outra mão necessita para andar dentro de ti, para te explorar, te penetrarem, fodendo-te com aquele sabor agridoce de pecado, com aquele desejo ardente do proibido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soltas-me o pescoço, onde tinhas a mão, soltas-me os lábios e, rodando na ponta dos pés como bailarina, giras ficando de face para a parede, para a ombreira da porta. Levas as mãos às ancas, coloca-las dento das cuecas e, de mãos abertas, rentes às pernas, puxa-las para baixo, trazendo com elas as calças e tudo aquilo que atrapalhava os teus e os meus gestos. Colo-me a ti enquanto a roupa desce. Sentes o meu caralho, pressionado de encontro ao teu rabo, às tuas costas. Levo uma mão ao teu peito, depois outra. De mão aberta apalpo-os, apertando-os com os dedos. Curvas o tronco para a frente, descendo as mãos pelas coxas magras e brancas, empurrando calças e cuecas em direcção aos joelhos. Chegam lá e passam-nos um pouco, ficando imóveis no início da curvatura da barriga das pernas. Continuo com ambas as mãos nos teus peitos, espalmando-os de encontro a ti, movendo-as sobre eles, apertando-os, apalpando-os. Desço com a mão diteira em direcção ao teu sexo, em direcção à tua cona, agora totalmente despida, totalmente à minha disposição. Ergues-te da posição um pouco curvada em que estavas e levas as mãos à parede, abrindo-as e espalmando-as de encontro a ela. Ao mesmo tempo, curvando as ancas, arqueando-as, erguendo o traseiro. Não sei o que esperas, mas sei o que me apetece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiro a mão do teu peito e desço-a pelo teu tronco; a mão que tinha junto ao teu sexo desce pela tua coxa, pela tua perna. Ajoelho-me atrás de ti.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6938090094380814610-1162257882699731583?l=fornicatessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fornicatessen.blogspot.com/feeds/1162257882699731583/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6938090094380814610&amp;postID=1162257882699731583' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/1162257882699731583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/1162257882699731583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fornicatessen.blogspot.com/2008/06/com-mo-no-meu-pescoo-puxas-me-para-ti-e.html' title=''/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6938090094380814610.post-2701409174751941949</id><published>2008-06-06T09:03:00.001-07:00</published><updated>2008-06-06T09:03:58.353-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#1'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sorrimos com o tal constrangimento, que depressa se torna na tal afinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curvas a cabeça timidamente para baixo para logo depois a ergueres, trincando o lábio inferior, numa expressão docemente maliciosa, deliciosamente perversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descaio a mão pelo teu ventre, macio, com uma ligeira pelugem invisível ao olhar mas deliciosa ao tacto. A tua mão dentro das minhas calças pára, ficando imóvel em cima do meu sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha mão desce mais um pouco, recta, directa ao teu sexo. Nenhum de nós o diz, mas ambos o sabemos. A mão, aberta de palma colada a ti, passa pelo umbigo e chega à linha das calças, justas à tua silhueta. Encolhes a barriga e, ao mesmo tempo, talvez provocadora, talvez concentrada nos movimentos que esqueceste, apertas o meu sexo entre as tuas mãos, apenas com o tecido das cuecas entre ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levo a outra mão às tuas calças e, juntando-a à que te explorava como território desconhecido que és, desaperto o cinto. Imediatamente a seguir o botão das calças e o fecho. Elas abrem-se, desvendando uma cuecas brancas rendilhadas, muito sensuais e, talvez por não condizerem coma  roupa mais ou menos à vontade que trazias, muito sexuais. Olhas-me, masturbando-me por cima das cuecas; mordiscas o lábio inferior e, ao mesmo tempo, desapertas o botão dos boxers. A tua mão entra pela braguilha aberta e, rápida, envolve o meu sexo. Da base para a glande, percorre-o, lenta mas firmemente, olhando-me. O lábio que trincavas está entreaberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entro com a mão por entre o elástico e a tua cintura, aberta, espalmada de encontro a ti. Desço e sinto a tua pelugem, curta, rasa, quase como se tivesse sido rapada a 'pente quatro'. Afastas as pernas num convite explícito, como quem diz 'come-me a cona'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desço a mão mais um pouco e sinto a tua fenda na ponta dos dedos. Sinto a humidade a crescer cada vez mais à medida que os meus dedos se aproximam do teu buraco, aquele calor quase tropical, abafado, húmido, que antecede a monção, intensa e impiedosa. A tua mão pára de subir e descer pelo meu falo e retém-se, abstraída na sua base, rente aos testículos, por momentos mais preocupada em sentir do que em fazer sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto o teu buraco, a tua cona. Uno os dedos anelar e indicador e alinho.os com a tua racha, ainda fechada, com os pêlos ainda a cruzarem-na de uma margem para a outra, como heras selvagens, como pontes. Afasto os dedos e, com eles, os teus lábios. O calor aumenta, a humidade sente-se. Literalmente. Uno novamente os dedos e juntos aproximo-os do teu buraco. Sinto-o nas suas pontas. Levas a mão que tens livre ao meu pescoço e puxas-me na tua direcção. Beijamo-nos, obscenamente, libidinosamente, numa profusão de línguas, de movimentos, de apertos que antecipam a entradas dos dedos. Tu, de pernas abertas, calças desapertadas; eu de calças abertas, com a tua mão a subir e descer pelo meu caralho, apressadamente, repetidamente. Sinto o teu peito de encontro ao meu, branco como se fosse feito da mais fina e delicada porcelana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num gesto fodo-te com os dedos, empurrando-os para dentro de ti tanto quanto me é possível. A tua mão sobe e desce sobre mim. Movo os dedos sem os retirar nem um mílimetro, rodando-os sobre eles próprios, afastando-os e acariciando-te por dentro, curvando-os para cima e tocando-te naquele local mais rugoso, onde a percepção, como que por artes mágicas, é ampliada duas, três, quatro, cinco ou mais -ou menos- vezes, dependendo da carga sexual do momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, no ar, começa a ficar aquele cheiro a sexo, a cona e a caralho, aquela marca que só os amantes conhecem e reconhecem. Aquele odor que dá vontade de trincar, de lamber, de decorar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6938090094380814610-2701409174751941949?l=fornicatessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fornicatessen.blogspot.com/feeds/2701409174751941949/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6938090094380814610&amp;postID=2701409174751941949' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/2701409174751941949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/2701409174751941949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fornicatessen.blogspot.com/2008/06/sorrimos-com-o-tal-constrangimento-que.html' title=''/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6938090094380814610.post-1131513901594643254</id><published>2008-06-04T08:54:00.000-07:00</published><updated>2008-06-04T08:55:58.389-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#1'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Nem por isso...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Não?!, respondo espantado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Não. Há muitos, mas são hábitos privados, que optam por não partilhar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Também tens razão. E que sabe bem, lá isso sabe...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Tu sorris com a minha frase. Viras-te para a parede e olhas para a ombreira da porta de granito cujo peso dos anos já não e consegue disfarçar. Levanto-me e aproximo-me do lugar onde a porta estaria e estará. toco no granito com a ponta dos dedos, deslizando-os por ele abaixo, como se o estivesse a acariciar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Tem uma textura rugosa mas que sabe bem ao tacto, não é, pergunto-te de forma algo retórica. Passas os teu dedos pela cantaria que está à tua frente, imitando o meu gesto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- É verdade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt; - É daquelas coisas estranhas ao tacto mas reconfortantes, não é?, dizes, virando.te de costas e encostando-te à cantaria, apoiando o pé nela e mantendo o outro no chão. Olhas para o chão e, lentamente ergues o olhar na minha direcção, numa mistura de timidez e sensualidade, temperada com algum desafio.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Encosto-me de lado à peça onde estás encostada, cruzando um pé por cima do outro e apoiando-o com a ponta no chão.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Está-se mesmo bem aqui.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Pena é se a minha colega volta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Eu dizia para pendurarmos uma meia na maçaneta, mas tínhamos que ir comprar uma...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Soltas uma gargalhada. Ao longe ouve-se a voz da tua colega mais exaltada a abafar-se pelo som de uma porta de um carro a fechar. Entrou lá para dentro, pensei eu e, presumo, pensas-te tu, num sentimento quase infantil de felicidade, de janela de oportunidade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Olho para ti e sorrio. Tu olhas para mim e sorris. levo a mão ao teu pescoço. É tão macia a pele dela, penso, mal o sinto. Esticas a perna que tens flectida e levas o pé ao chão. Voltas-te para mim, apoiando o ombro direito na entrada. Com a mão no teu pescoço encaminho-te para mim. Sorris, de olhos abertos. Curvas a cabeça à medida que te aproxima. Curvo a minha no sentido inverso e também fecho os olhos. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Os nossos lábios encostam-se e, mal se sentem abrem-se em par. A minha língua sai, a tua também, como se ambas tivessem sido libertadas, como se ambas se quisessem, se procurassem. Tocam-se. Gosto do teu sabor. É adocicado, nem demasiado intenso nem demasiado neutro. E gosto da tua língua, atrevida, a dançar abraçada a minha na sala que lhe criamos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Levo a mão direita à tua cintura. Imediatamente, como se estivesses à espera do meu avanço, levas a tua ao meu peito. Sinto-te. Tens a cintura fina, delgada, bem demarcada, a crescer quer para as ancas quer para o tronco. Subo a minha mão lentamente pela cintura. Desapertas-me um botão, seguido de outro, num ritmo idêntico ao que eu levo. Levo a minha mão para a frente, por cima do teu peito. Apalpo-o, sinto-o. É firme, não sendo grande nem sendo demasiado pequeno. Cabe-me na mão, permitindo-me que o apalpe todo. A tua mão acaba de me desapertar os botões da camisa. Num gesto puxa-la para fora, desfraldando-a. Espalmas a mão de encontro a minha barriga e, com ela espalmada desces por trás das calças. Encolho a barriga, facilitando-te o caminho. Desaperto-te um botão da camisa, expondo o soutian preto. Desaperto outro botão e mais outro. O teu tronco começa a ficar todo ele à vista. Desaperto-te o último botão e, como tu, puxo-te a bainha para fora, soltando-a de dentro das calças. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Com a mão dentro das minhas calças pões o polegar de fora, de encontro ao botão que as fecha. Move-lo como se de uma alavanca se tratasse e desaperta-lo. Paramos de nos beijar e afastamo-nos uns milímetros. Um fio fino de saliva une os nossos lábios, causando tanto constrangimento como afinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro quando isso acontece.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6938090094380814610-1131513901594643254?l=fornicatessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fornicatessen.blogspot.com/feeds/1131513901594643254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6938090094380814610&amp;postID=1131513901594643254' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/1131513901594643254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/1131513901594643254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fornicatessen.blogspot.com/2008/06/nem-por-isso.html' title=''/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6938090094380814610.post-3637844486218482723</id><published>2008-06-03T06:30:00.000-07:00</published><updated>2008-06-03T08:11:50.033-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#1'/><title type='text'>Chorte Teile #1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vi-te, pela primeira e única vez, nas obras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt; Eu fui lá por um misto de curiosidade e obrigação; tu estavas lá por dedicação e devoção. Coisas contrárias às minhas, portanto. Mas, como algumas coisas na vida, aquele lugar comum, banal, trivial e oco dos contrários se atraírem, serviu em nós.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Quando te vi achei-te logo bonita. Tu achas-te-me logo estranho. As arquitectas são sempre bonitas, pensei de mim para mim, som uma certeza sublinhada pela noção estética que a profissão dá. Será que aquele é aquele gajo? Não pode ser, pensas-te de ti para ti. E, de calças de ganga e camisete cheguei perto de ti e da tua colega. Olá, vocês são do gabinete, perguntei, com aquele informalismo a que ainda não estavas habituada. Sim, somos. E eu sorri. E, com aquele sorriso, denunciei a vossa expressão de espanto que, por vergonha ou por verem que não estava ali como cliente, desapareceu. Conversámos um pouco, os três, sentados num murete que rodeava o edifício em obras. E, tal como peças de um puzzle, que com recortes diferentes acabam sempre por encaixar umas nas outras, a conversa fluiu. Trocamos receitas, falamos de sapatos, de música. Numa conversa de tudo e de nada, onde a facilidade com que os temas fluem e se interliga serve de alicerces para tudo. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Demos uma volta pela obra. Os pedreiros já tinham despegado e o edifício estava num silêncio contrastante com a sua aparência de estaleiro. Entramos, por cima da tábua que galgava o fosso e andamos por divisão atrás de divisão, explicando-me o que cada uma era e as especificidades de que necessitava. Subimos para o primeiro andar, vimos divisões para mim em tudo semelhantes às anteriores e acabámos por sair para as traseiras, para o pátio relvado, estranhamento bem preservado apesar das obras que no edifício se desenrolavam.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Isto é muito calmo, não é, perguntei. É, respondes-te tu, É muito relaxante. O telefone da tua colega tocou, interrompendo-te a frase. Aqui tenho pouca rede, vou atender lá à frente, disse ela. Tu olhas-te-a e sorriste. E eu sorri também. Ouvimos os passos dela a descer as escadas, a passar pela tábua, apressada com o telefone a tocar e a atender, ofegante. Olá, disse ela, prosseguindo a conversa com quer que fosse que lhe ligou. E nós, naquele recanto, sentámo-nos num banco de madeira vermelho, já com a tinta gasta, daqueles que povoam os jardins, e retomámos a conversa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Sentei-me de lado, com o tornoselo direito debaixo da coxa esquerda, em cima do banco, encostado ao braço metálico que me servia de apoio nas costas. E tu pões-te na mesma posição, encostada ao outro braço. Pousas a pasta plástica com plantas e papeis que trazias no chão e virada para mim, retomamos a conversa. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Parece incrível como este jardim não está cheio de entulho, disse. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- É, não é, acho que até os trolhas gostam de para aqui vir. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Não me admira nada... e devem ficar aqui escondidos, com um gravador a tocar a altos berros uma gravação com sons das obras...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Tu ris-te. Não  me admira nada... Martelos e piropos..&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Eu sorrio e volto a direcção na direcção da porta por onde saímos, com uma cantaria em pedra maciça, sólida. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- É bonita aquela porta, não é?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- É muito bonita. Estamos a tentar preservar o edifício o máximo possível. E, ao terminares a frase levantas-te e vais em direcção da porta. Estava aqui uma porta verde, maciça, muito bonita, com uma janela quadrada a meio, assim tipo portinhola de arejamento.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- E vão manter a porta?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Claro. E ficando com as faces rosadas, dizes, A janela devia ser para espreitar os namorados que para aqui vinham...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Eu rio-me. Não me ademira nada. Ele a pensar que estavam à-vontade e, zás, alguém a ver de mãos nos bolsos...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Tu sorris. O tom rosado desaparece. Nos bolsos ou dentro da blusa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Eu sorrio. Ou ele dentro da blusa dela e ela nos bolsos dele.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Não te fizeste rogada. Quais? Os que estão lá dentro ou os que estão cá fora?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;A conversa agrada-me. E a ti também. Sinto uma erecção a formar-se apertada dentro das calças. Os que estão lá dentro. Os que cá estão fora têm outras liberdades... &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- É verdade. Os que estão lá dentro nem barulho podem fazer...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Pois, ou quem está cá fora dá pelos mirones... E sorrio.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Isso dos mirones agrada-me. Dizes, coma s faces a rosarem novamente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- É muito excitante, não é?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Muito mesmo. E então como estavas a dizer, observar com companhia, é ainda melhor.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Costumas fazer isso, pergunto-te.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Sim, o meu marido também gosta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;Disfarço o espanto, não sei se bem. - E participa?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- Sim. Às vezes observa-me com outros homens, às vezes observo-o eu com outra mulher, às vezes observamos os dois outros casais... As faces rosam ainda mais. Não estavas à espera desta frase. Foi como se a censura que o cérebro exerce sobre a libido estivesse de folga, ou tivesse ido à lota comprar peixe.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="qdv40" class="MsoNormal"&gt;- É raro encontrar casais assim tão liberais.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6938090094380814610-3637844486218482723?l=fornicatessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fornicatessen.blogspot.com/feeds/3637844486218482723/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6938090094380814610&amp;postID=3637844486218482723' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/3637844486218482723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/3637844486218482723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fornicatessen.blogspot.com/2008/06/chorte-teile-1.html' title='Chorte Teile #1'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6938090094380814610.post-4712328738324505880</id><published>2008-05-16T07:18:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T07:19:09.698-07:00</updated><title type='text'>erupção!</title><content type='html'>e, como de uma conversa sobre bjork se chega a este blog será um mistério para todos, menos para ela...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6938090094380814610-4712328738324505880?l=fornicatessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fornicatessen.blogspot.com/feeds/4712328738324505880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6938090094380814610&amp;postID=4712328738324505880' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/4712328738324505880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6938090094380814610/posts/default/4712328738324505880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fornicatessen.blogspot.com/2008/05/erupo.html' title='erupção!'/><author><name>Afonso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04864135536177216908</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
